Saúde mental e mulheres: história, controle e medicalização — Percorre a história do modelo biomédico e os processos de patologização da vida das mulheres. Discute como diagnósticos e tratamentos foram, historicamente, usados como formas de controle social.
Reforma Psiquiátrica e Luta Antimanicomial — Estuda o processo de desinstitucionalização no Brasil e suas perspectivas intersetoriais em saúde mental. Analisa o papel das mulheres como protagonistas históricas desse movimento.
Mulheridades, interseccionalidade e perspectivas decoloniais — Apresenta a interseccionalidade como conceito-ferramenta para a clínica e a gestão do cuidado. Traz a crítica epistemológica feminista e decolonial ao campo da saúde mental.
Corpo, subjetividade e normatividade de gênero — Investiga a construção social do corpo e as normatividades de gênero que atravessam a subjetividade. Discute formas de resistência e reinvenção diante dessas normas.
Condições sociais e históricas das mulheridades — Mapeia desigualdades estruturais, violência e divisão sexual do trabalho ao longo da história. Situa esses processos como determinantes sociais da saúde mental das mulheres.
Movimentos sociais, direitos humanos e mulheridades — Aborda movimentos feministas e transfeministas articulados à saúde mental e aos direitos humanos. Discute conquistas, disputas e pautas ainda em construção no campo.
🎓 Seminário Avaliativo — Resenha teórico-crítica a partir de textos do eixo.